quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

DELICADA E MORTAL

O primeiro rascunho deste desenho surgiu quando eu estava na fila do cinema com duas amigas pra assistir "Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet". Bem na minha frente tinha uma mulher de vestido com uma tatuagem nas costas. Era uma tatuagem grande. Uma rosa com espinhos. Uma das minhas amigas me deu na hora papel e caneta pra fazer um rascunho com o intuito dela mesma mandar fazer uma tatuagem em suas costas. Dias depois, encontro com a mesma mulher na rua.
As costas daquela mesma mulher era tão branca e delicada que parecia uma tela e sua pintura a tatuagem. Sua curvatura também me lembra a de um bico de pena, também delicado e ao mesmo tempo mortal.
Saindo um pouco do lado expressionista e indo mais pro lado surrealista. Meio bizarro. Delicada e mortal.
(DELICADA E MORTAL, 2008)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

LARÍS

Este foi um dos poucos desenhos que não queria fazer todo em preto e branco. Desenho feito apenas com lapís de cor em papel A3. E isso se deve graças a foto. Selecionada de um ensaio, onde ela propría brincava com a projeção da luz focada em parte de seu rosto e ao seu redor escuro. Ao invés do escuro, muitos rabiscos com tons fortes e fracos, cruzados em volta como se fosse uma teia.
Já o título, foi uma combinação de seu nome (Larissa) com lápis de cor. Virou "Larís".
(LARÍS, 2010)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

SOMBRA E NEBLINA

"Sombra e Neblina", talvez este título represente melhor este desenho do que o seu proprio nome ("Diana" é um lindo nome. O nome de uma guerreira. Tal como a propría).
O nome "Sombra e Neblina" veio quando estava estudando o cinema expressionista alemão, do filme de mesmo nome do Diretor Woody Allen.
Além do filme, a foto que originou este desenho mostra toda a expressão doce. Que nem nos primeiros filmes expressionistas da década de 20.
(SOMBRA E NEBLINA, 2010)

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

SOCIEDADE 60 SEGUNDOS

Vídeo arte feito em parceria com Carol Matos. Abordando um dos pensamentos do movimento Pop Art que é o consumo. Com fragmentos de imagens (quadrinhos, desenhos, pinturas, gravuras, fotos e outros), fragmentos do filme "Laranja Mecânica" e mais um jogo de palavras. O resultado é uma reação em cadeia de imagens e palavras aceleradas.

Mesmo seguindo uma linha totalmente diferente de meus trabalhos, encaro o vídeo como uma metralhadora contra a sociedade que fez por merecer. Somos cobaias nesta selva de pedra.

O vídeo foi selecionado na 1º Edição do Salão de Arte Ananin 2005, na Galeria De La Roque Soares, na Esmac.

(SOCIEDADE 60 SEGUNDOS, 2005)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

LUZES

"Luzes" talvéz seja essa a visão que tive ao desenha-las. Só assim pra descrever tanta luz que erradia delas.
A primeira luz, "Lindinha" como a chamo carinhosamente. Coberta com uma toalha tão branca quanto sua pele e com um olhar de anjo. Reflete toda sua luz na frente da câmera. É como se eu descreve-se uma Santa em seu manto.

LINDINHA

A segunda luz, a descrição da foto original já dizia tudo "Nat Paz", com uma pequena diferença, a imagem era de corpo inteiro. Mas ao desenhar, o busto ficou mais interessante. Emitindo toda uma energia divina ao seu redor.


NAT PAZ

(LINDINHA, 2008)

(NAT PAZ, 2010)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

NAT WING

Um anjo negro, um arcanjo, uma alada. Que personagem é esse? Na real, uma mulher usando uma fantasia que incluia asas e uma máscara. Desenho feito originalmente de uma foto onde essa mesma mulher estava em uma festa à fantasia (carnaval ou halloween). A combinação de sua fantasia remete ao visual de uma personagem em quadrinhos. Uma super-heroína. Só faltava um nome. Sua identidade? bom, querer revelar sua identidade secrete. Com as primeiras letras de seu nome mais asas é igual a: NAT WING.
(NAT WING, 2010)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

QUE OLHOS

"Que Olhos". Essa foi a frase que me veio em mente quando vi a foto original de Melissa Auf Der Maur ao lado de seu gatinho de estimação postada em seu blog.
Nessa decomposição, além de nankin, utilizei a cor laranja em dois tons para o desenho do gato e a cor verde.
Para o cabelo de Melissa, aproveitando que são encaracolados, deixei num traço que lembra-se bastante o movimento artístico Cubismo.
Mesmo assim, o que mais me chamou a atenção não foi nem Melissa e nem o gato, mas sim os olhos verdes de ambos.
(QUE OLHOS, 2010)