sexta-feira, 1 de junho de 2012

SEMÁFORO

Eis a minha versão do monstro Semáforo do seriado Spectreman. Bem mais monstruoso que no seriado e menos trash.
Na história, um garoto ganha um boneco do pai escultor. O garoto sai correndo todo feliz na rua quando é atropelado por um motorista imprudente. Levam o garoto pro hospital onde ele permanece em coma. A partir de então, surgi um monstro com a forma do boneco. Esse monstro aparece do nada pra atacar motoristas imprudentes e destruir carros até achar quem atropelou o garoto. 
A existencia do monstro se deve ao estado do garoto. Mesmo estando em coma mas a sua mente está toda contida no monstro que só deixou de existir quando o garoto voltou do coma.  
Além de ser um dos meus monstros favoritos do seriado, a questão vitima com trânsito é bem presente visualmente. O monstro tem três olhos com as cores verde, amarelo e vermelho que simbolizam o sinal de trânsito. A marca de pneus no peito. O gases tóxicos que são emitidos dos carros são da boca distorcida do monstro. Por fim, os guinchos que são as mãos para apreender e destruir os carros.
Não lembro do nome verdadeiro do monstro, mas isso pouco importa pois ele já era conhecido como Semáforo.

(SEMÁFORO, 2012)    

sexta-feira, 18 de maio de 2012

SPECIAL k


Não sei por que mais revendo os clipes da banda Placedo, a canção "Special K" caiu perfeitamente no desenho. Um trecho da canção onde diz:

"Você vem como Special K
Assim como eu engoli metade das drogas escondidas"
 
(SPECIAL K, 2012)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

ATÉ QUANDO



Referência que serviu de referência. Boneco de madeira articulado que virou Desenho Expressionista. O desenho que depois virou animação em videoclipe "Controle Remoto" da banda Sinestesia. Alias, o videoclipe de "Até Quando" do Gabriel O Pensador serviu na criação do desenho. O que os dois clipes tem em comum além do nome? Talvez a situação em que se encontram, jogado no sofá.
"Até quando você vai levando? Porrada, porrada.
Até quando vai ficando sem fazer nada."
"Desliga a vida".

(ATÉ QUANDO, 2004)

segunda-feira, 16 de abril de 2012

FRESTAS

Ela está quase saindo da toca.
Neste buraco que fica fora do eixo.
É por esta fresta
Que ela respira arte
É por esta fresta
Que ela ouvi arte
É por esta fresta
Que ela vê arte
É por esta fresta
Que ela consome arte.

(FRESTAS, 2012)

domingo, 1 de abril de 2012

A MEIA LUZ

Quando te vi, a primeira coisa que me chamou a atenção foram os seus olhos verdes. Quando vi sua foto, o primeiro filme que me veio a cabeça foi "A Meia Luz", produção de 1944, em preto e branco. A forma como foi captada sua imagem me lembrou a luz de vela. Iluminando um pouco de sua forma.
Pena que neste desenho ninguem tenha visto os seus olhos verdes. Na proxíma, abra os olhos e ilumine a noite mais densa.

(A MEIA-LUZ, 2012)

quinta-feira, 1 de março de 2012

ADORMECIDA

"Asleep", canção dos Smith é a cara de seu desenho. Eis a tradução:

"Asleep" (Adormecida)
Cante pra eu dormir
Cante pra eu dormir
Eu estou cansado e eu
Eu quero ir pra cama
Cante pra eu dormir
Cante pra eu dormir
E então me deixe sozinho
Não tente me acorda de manhã
Por que eu terei ido
Não se sinta mal por mim
Eu quero que você saiba
Do fundo do meu coração
Eu ficarei tão feliz em partir
Cante pra eu dormir
Cante pra eu dormir
Eu não quero mais acordar
Sozinho
Cante pra mim
Cante pra mim
Eu não quero mais acordar sozinho
Não se sinta mal por mim
Eu quero que você saiba
Do fundo do meu coração
Eu realmente quero ir
Há um outro mundo
Há um mundo melhor
Bem, deve haver
Bem, deve haver
Adeus

(ADORMECIDA, 2012)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O ESTRANGEIRO

1994. Foi quando participei do meu primeiro curso de quadrinhos realizado na Gibiteca do Centur. Cada participante teria que criar uma história de quadrinho de uma ou duas página para fazer parte do fanzine "Oficina Comix". "O Estrangeiro" foi a história que criei durante o periodo do curso. O preto e branco já eram bastante presentes em meus desenhos. Na época eu não sabia muito o que passar. Hoje, me vejo como o personagem deste quadrinho. Me sinto um estrangeiro numa terra que pouco se cria e andando de baixo de chuva a noite. Me sentindo um estrangeiro numa terra fora do eixo.
Os anos passaram, fiquei mais velho, assim como o papel que ilustra este desenho. Mas o nanquim continua como se fosse o meu sangue.

(O ESTRANGEIRO, 1994)